quinta-feira, 31 de julho de 2008
Pastores comem Ovelhas
segunda-feira, 28 de julho de 2008
sábado, 26 de julho de 2008
quarta-feira, 23 de julho de 2008
sábado, 19 de julho de 2008
Água por água abaixo
O amigo que enviou este vídeo garante que se dirigiu à CML onde informou os serviços competentes de tão grande desperdício de ÁGUA que já se arrasta á três dias. A verdade é que no final do dia o desperdício continuou até desligarem o mecanismo de rega.
Esperemos que tanta ÁGUA não caia na factura mensal.
*** Obrigado por enviar este vídeo para totodasbersas@portugalmail.pt
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Prédios e Apartamentos Giratórios
Há uns dias fomos surpreendidos pela apresentação do projecto da primeira torre giratória, da autoria de David Fischer.
Quem não se impressionou com esta revolução na arquitectura tradicional foi Eulálio Ergue A. Massa que se mostrou visivelmente indignado com toda a publicidade feita ao que ele chamou de “vergonhosa mentira ao serviço do capitalismo de areia-rosa”, pois, segundo ele próprio, as construções GIRATÓRIAS são a sua imagem de marca desde o primeiro rabisco milimétrico feito a pau de giz com que projectou os galinheiros para as ovelhas da Tia Maria do sachôlo. “ Bem, nessa ocasião como ainda estava cheiinho de força na verga, projectei aquilo pela ribanceira abaixo acabando por foder o condomínio fechado das ovelhas que não tiveram outro remédio senão continuar a pastar e dormir no curral arquitectado por um Engenheiro de caminhos ermos e eiras de terra batida da CML".
Segundo Eulálio Ergue A. Massa, para atingir a perfeição dos apartamentos giratórios, o primeiro passo a dar é ter em conta um adiantamento generoso de uma concepção arquitectónica bioclimática que combine com a ecoconstrução de várias contas bem assentes sobre os alicerces de Trava-Línguas já que esta técnica requer uma estratégia de silêncio e contenção das massas envolvidas. “ No projecto inicial os abatimentos estarão fora de questão, pois ao contrário do que se diz por aí, para determinar a consistência do concreto pela falta de água ou excesso de vinho, é apenas necessário um Moiro de Trabalho, com os acabamentos mentais desestruturados, promovido a empreiteiro de construção civil e a quem será oferecido de imediato um bilhete (em envelope fechado) só de ida para Angola ou Iraque onde poderá continuara a ser o Moiro de origem. A partir deste ponto, quebram-se algumas regras da engenharia convencional e “começa-se a construção da casa ou prédio pela água-mestra e, (aqui é que está o truque), em vez das quatro águas, substituímos duas por whisky de excelente qualidade até se obter uma tacaniça que vai poupar muita telha", explicou Ergue A. Massa, chamando ainda a atenção para as aldravas que devem ser colocadas mesmo antes de qualquer porta ou parede para assegurar o sucesso final do projecto e construção. Deste modo tudo que era deixa de ser e onde deviam estar 4 ou 5 blocos de apartamentos passará a haver mais um caido do céu onde encaixará na perfeição (quase) nos baldrames que nunca ninguém viu! Eulálio Ergue A. Massa explica que “basta aproveitar os tempos difíceis para perceber que andam todos com os olhos no chão à procura do bilhete premiado do euromilhões; assim, ao começar a construção de uma casa pelo telhado, a única coisa que um dia vão ver é a entrada do prédio e a saída para a rua. O único problema é que ainda não consegui acertar a posição exacta do encaixe da estrutura sobre os tais baldrames pelo que alguns dos apartamentos ficam com os pilares principais espalhados pelo meio das salas, quartos e algumas casas de banho ficam com a banheira na vertical e vertcalmente colados à parede que mais parecem urinóis!... Mas, diz Eulálio A. Massa, resolve-se o problema bastando, para isso, alterar o conceito teórico da relatividade”.
A verdade, é que todos que alugam ou compram um destes apartamentos fantasmas, depois de tantas cabeçadas nos pilares e esquinas atrevidas em recantos centrais, fazem tudo para GIRAR dali para fora em dois tempos. Assim se percebe que os prédios construídos por Eulálio Ergue A. Massa façam GIRAR tantos compradores, agentes imobiliários, contas de bancos e, principalmente de quem se mete nelas já que sai dali com a cabeça à roda. Tudo com a benção do Santo Padroeiro da ocasião.
São as construções Giratórias.
PS- Eulálio Ergue A. Massa, Foi adoptado e criado por um meio-irmão abandonado ao nascer dum primo bastardo do Avô de Eulálio Preguiça. Ergue A. Massa, segundo reza a lenda, tinha apenas 10 segundos de vida quando apareceu dentro de meio saco de cimento numa obra embargada, já com uma nota de 500 paus de sacristia numa mão muito fechada e uma habilidade muito eficaz na outra.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Confraternização. Parte 3 (Geração de 60)
Geração de 60!...Geração da Cerca, das cabanas, da "espada", dos Índios (arcos e flechas) e Cowboys, da piscina do seminário, das reuniões no memorável Beira Rio (a tasca que era café e que este era unicamente tasca), do jogo da carica, da barra (na ponte), do prego, da das maçãs meias podres da frucer que matou muita fominha, do Kentucky (mata ratos), e muitas outras coisas que permanecerão para sempre na memória! E, claro, como não podia deixar de ser, a MÚSICA de OURO que a G60 teve o previlégio de "curtir" nas três mais férteis décadas de 70, 80 e 90.
E de repente já temos mais de 40aninhos!... Já é um bom bocado e queremos mais; queremos mais convívios destes, confraternizações destas. Basta querer-mos, basta estar-mos VIVOS!
A Melhor Sorte, a Maior Felicidade, A Maior Saúde para todos e para todas as Gerações!
quarta-feira, 9 de julho de 2008
terça-feira, 8 de julho de 2008
Confraternização.parte 1
Obrigado!
segunda-feira, 7 de julho de 2008
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Ladrões!
Basta copiar o texto abaixo e colocar numa mensagem para o endereço : consultapublica@erse.pt
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Empreendimento Turístico
Há quem diga que isto é um Projecto do Engenheiro Sócrates para o País, no entanto, no Bairro da ponte, há quem jure tratar-se de um Empreendimento Turístico consagrado nos anais da mais fina flor do PDM local. Com a excepção das barracas, claro, que darão lugar ao acesso de outro empreendimento não menos turístico.
terça-feira, 1 de julho de 2008
Água Corrente
Neste Rio onde a memória se refresca,
Esta Água que juventudes lavou,
Os campos a quem a sede saciou,
A mesma Água da lágrima que resta,
A Lágrima que o mesmo rio secou;
A sombra do velho Amieiro,
Onde em paz adormecia,
Sempre o cortaram e sempre voltou,
Como o desejo que a criança sentia
De dar o salto no Calhau verdadeiro,
Homem de verdade no seu salto primeiro!
Era o Calhau dos Homens já feitos,
Ou mesmo por fazer,
O Calhau Largo, no meio do rio um apeadeiro,
O Calhau da Areia era lindo de ver,
Calhau das Mulheres, a Barca e o do Meio,
O de Bico e outros penedos.
As Santíssimas Trindades e outros medos,
Medos ignorados no milho, trigo ou pão de centeio,
Porque nadar, correr e saltar dá fome,
Mas até um peixe se podia pescar,
Acender uma fogueira para o assar,
-Só passa mal quem não come,
A Água bebia-se mesmo ali,
Por bebê-la nunca adoeci,
Água corrente não mata a gente,
Três cruzes riscadas na Água corrente,
Água pura que não mais bebi!
Depois à tardinha,
Quando o Rio já era de prata,
Nadávamos nus na água fresquinha,
Porque o olhar não mata,
Mesmo quando se via a pilinha.
Sem maldade, sem pudor,
Seja lá isso o que for,
Apenas pela fluvial carícia,
Oferecendo um pouco de malícia,
Como quem faz o favor,
Nadando com atrevida perícia!
A água corrente,
Que toda a roupa suja lavava,
Na Água onde o cueiro corava,
Um corar diferente,
Daquele que a Alma sente,
E a língua também,
-Ai, a má-língua da gente,
Que rio abaixo nada tão bem!
Se tínhamos o melhor pão,
Agradeçamos ao nosso Rio Balsemão,
A fome que ajudou a combater,
Com sua força, Água viva, seu coração,
Fazia os moinhos moer,
O centeio, o trigo e o milho,
A perfeição rude do que sabiam fazer,
Foi um pai, é nosso filho,
A quem devemos Amor e carinho,
Não o deixando, nunca, morrer,
Não o abandonando sozinho.
Devemos isso à nossa consciência,
Porque até mesmo os ratos,
A Ele, e ao Rio, estão gratos!